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  1. Talvez uma entre tantas as coisas a destacar sobre Ary Fontoura seja o fato indiscutível de um talento que parece não se desenvolver, mas, sim, se revelar. Uma rápida análise de sua obra, passando pela tv e pelo teatro principalmente, nos leva a pensar que ele não cresceu aqui e ali, mas apenas deu sua potencialidade a ver aqui, ali e também acolá. Ao longo do que vamos redescobrindo, graças às novas mídias que disponibilizam às novas gerações rever o que foi feito anteriormente, vamos revelando diversas facetas desse grande artista que, surpreendentemente, sempre nos faz admirar pelo novo de si que ainda não sabíamos, mas que, ao que parece, sempre esteve lá. Daí que vê-lo é sempre um velho novo prazer que se atualiza em cada fruição, se renova e faz crescer, em nós, a vontade de vê-lo ainda mais. Evoé muitas oportunidades a esses momentos!

  2. Embora eu não seja nenhum expert das “artes televisivas e cinematográficas”, gostaria de deixar meu registro afetivo acerca da trajetória de Ary. Digo ‘afetivo’ porque falar de Ary é como falar de alguém que faz parte da família da gente. No meu caso, posso dizer, cresci convivendo com o Ary, sobretudo na televisão. Essa familiaridade – cuja lembrança mais remota para mim é de Aristóbolo, de Saramandaia – termina, no entanto, no corpo de Ary como “suporte”, como ator que dá vida às personagens. Em outras palavras, embora o “suporte” seja o corpo do Ary – e toda a sua trajetória -, as personagens têm vida própria. Aristóbolo é o Aristóbolo, assim como Seu Nonô é o Seu Nôno e, mais recentemente, o Dr. Turíbio é o Dr. Turíbio. Cada um deles têm história, têm o “sopro da vida” impressa pelo Ary. Com essas personagens vibramos, vivemos, rimos, gostamos delas ou as odiamos, mesmo sabendo que o seu “suporte” é familiar Ary. Aí está a arte de um ator: dar vida a diferentes personagens, marcá-los na história da “telinha”, do palco ou do “telão” e (re)nascer a cada nova personagem com uma nova existência.

  3. Ary Fontoura é, sem sombra de dúvidas, um dos mais completos atores brasileiros. A sua capacidade em transitar pelas mais diversas emoções, e pelas diferentes tipologias empregadas nas suas memoráveis personagens, me encanta.

  4. Que bom poder registrar os parabéns pelo dia do teu aniversário e pela brilhante carreira. Sou um grande admirador do teu trabalho.

  5. Falar e escrever sobre o ator Ary Fontoura é fácil e ao mesmo tempo difícil. Dono de uma personalidade singular, sempre que atua dá uma aula de talento, tornando o seu trabalho sempre instigante e inspirador. Simplesmente perfeito na arte de atuar, a sua contribuição para a nossa cultura é enorme. Esse é o maior valor do artista, que com o seu trabalho interfere positivamente na cultura e principalmente na arte.

  6. Para mim foi uma honra ter trabalhado e convivido com o ator fenomenal que é Ary Fontoura. Ele também é um ser humano maravilhoso que poucas pessoas conhecem, e eu pude ter esse privilégio. Além das personagens marcantes na Tv, no cinema e no teatro, fora das câmeras ele sempre está de bem com a vida. Eu agradeço a Deus por ter trabalhado com um excelente ator, e um super ser humano chamado Ary Fontoura. Que Deus o abençoe sempre. Um abraço. Conte sempre comigo.

  7. É uma imensa satisfação escrever uma mensagem para um ator tão talentoso que é Ary Fontoura. Já tive a oportunidade de vê-lo em cena na peça: Corra que Papai Vem Aí, uma grande comédia que gostei muito. Vê-lo em cena foi uma grande honra. Ary Fontoura conta a a minha fiel admiração, dentre os milhares de personagens que o ator deu vida, destacaraia Seu Nonô Correia, Pitágoras e o sempre lembrado Florindo Abelha. Abraços e sucesso sempre.

  8. O que eu poderia falar de Ary Fontoura? Seu talento fala por si só. Ele é um excelente ator, versátil, inteligente como poucos. A televisão, o teatro, o cinema, não seriam o mesmo sem seu talento. Obrigada Ary, você faz parte da minha história e parabéns pelos cinquenta anos da sua história. Um grande abraço. Adoro você!

  9. Ary Fontoura para mim, além de um ótimo ator, tem um carisma que contagia a gente. Adoro todos as novelas que ele fez. Eu sou sua fã número 1!

  10. Ary, um amigo perdido no tempo. Sr Pomposo Ribeiro, Odelair Rodrigues, a Polaca Bofe, Os Versáteis, as lutas no Rio de Janeiro por uma carreira. Noviça Rebelde, Norma Suely (in memorian), a TV Cultura, o partamento da Rua do Riachuelo, velha Lapa, quantas memórias. Os amigos, o velho Nestor de Montemar (in Memorian), Johnny Franklyn.

  11. Fui na gravação do programa do Jô ontem, e o Ary falou que poucas pessoas comentavam no site dele. Então resolvi passa por aqui para dar uma força e parabeniza-lo pelos ótimos trabalhos que tem feito! Ary Fontoura… Adoroooooo! Muito comédia!

  12. Oi Ary, estava na gravação do programa do Jô ontem, e adorei ver a sua entrevista. É muito inspirador ver pessoas com tantos anos de carreira, ainda tão empolgados em continuar a atuar e não ter medo de enfrentar novos desafios, como o filme em que você fez o papel de uma mulher. Parabéns por todos os trabalhos da sua carreira. Um abraço.

  13. O site está maravilhoso, gostoso de se ver e bom de se perder em um passeio por ele… digno de um grande mestre do ofício de ator, com essa cara boa de quem goza a meninice de viver. Muitos abraços afetuosos, Jacqueline Gimenez.

  14. Assisti sua entrevista esta semana (24/03/2011) no Programa do Jô. Estava muito cansado pela carga excessiva de minhas atribuições aqui neste pequeno jornal de cidade interiorana (sou polivalente, uma espécie de o-faz-de-tudo), e quando ouvi o anúncio que o Jô fez na penúltima parte do Jornal da Globo, parei tudo para lhe ver, simplesmente porque o acho o ator brasileiro mais natural, expressivo e espetacular de todos os tempos. Naveguei neste seu site. Li a lista de personagens das novelas do qual participou, bem como as de especiais da Globo, filmes de cinema e peças teatrais. Matei saudades viajando mentalmente no tempo, ao relembrar em flashs quase reais, sua interpretação como Nonô Correa (que adorei) e, principalmente, o Silveirinha de A Preferida. Esta novela, que continha um drama muito forte, pesado, e que nos prendia na frente da televisão, só foi o que foi pelas interpretações dos grandes atores escalados para papéis importantes na trama, mas que, não teria o brilho que teve se não existisse o personagem Silveirinha, e se ele não fosse você (abro aqui um espaço para destacar a maravilhosa participação e brilhante interpretação da atriz Patrícia Pillar, a Flora, que assim como você é absoluta na teletramartugia). Queria eu ser o autor pelo menos da frase (legenda da foto) que define você, Ary Fontoura, na abertura deste site (aquela que menciona que você tem mais de 50 anos de carreira). E sinto muito por aqueles que detém o poder de relacionar os nomes dos atores brasileiros para brinda-los com premiação do tipo “Melhor do ano”, pois na sua relação de prêmios, que se segue após seu extenso curriculo (ou biografia), observei a maior incoerência e injustiça dos promotores de tais eventos, ao constatar que você pouco foi lembrado, indicado e premiado. Porém, testemunho aqui que Ary Fontoura está acima da média de todas as estrelas globais e atores deste país. Sendo assim, considero que estas premiações valem para atores abaixo de seu patamar, pois nesse contexto, Ary Fontoura ocupa uma posição inatingível, no alto de um topo de glória de uma carreira que não deve nada à crítica alguma, e que, portanto, se fora relacionado para receber prêmios de ‘melhor ator’, estaria descendo do lugar mais alto do pódio de “semi-deus” das artes cênicas, e de seu esplendoroso brilho de um estrelato insuperável, para se nivelar àqueles, que apesar de merecidamente ocuparem lugares de destaques na carreira de atores, são, diante de você, nesta analogia, “meros mortais” dos plins-plins da Globo. Ao ouví-lo solicitar que internautas visitassem seu site, e deixassem mensagens a você, recebi seu pedido como uma ordem, pois não poderia deixar de aproveitar esta oportunidade que a Intenet nos oferece de maneira fácil e eficaz, para dizer estas palavras ao grande Ary Fontoura, o show-man de Gabriela, Roque Santeiro, A Preferida, e tantas outras novelas, peças teatrais e filmes, e que, não poderia ter outro papel em Morde e Assopra a não ser o de prefeito, porque certamente será o grande ‘administrador’ da audiência da nova trama das 7, pelo brilho próprio que, naturalmente, você impõe à tela da Globo. Parabéns Ary. Deixo apenas uma frase final (sem segundas intenções) falando de minhas ‘obras’ não divulgadas, não produzidas e não publicadas. Trata-se de uma novela que escrevia, com o título ‘A Desavença’, onde o personagem principal (como foram Odorico Paraguaçu e Sinhozinho Malta), representados por Paulo Gracindo e Lima Duarte, seria você, encarnando Pedro Libório, um poderoso político (fazendeiro e industrial) de “Platilândia”, uma cidade interiorana na divisa de São Paulo com Minas Gerais (novela rural do tipo anos 80), recheada de intrigas amorosas, suspense, crimes, corrupção e eventos políticos, incluindo eleições, núcleo das denúncias de um repórter investigativo da única rádio AM e de um jornal semanário da cidade.Um sonho talvez ‘irrealizável’, mas que poderá um dia ser o meu único livro de ficção publicado, já que não encontrei a oportunidade, para somar à minha capacidade e tornar possível a minha estréia de escritor de telenovelas. Parabéns Ary Fontoura. E uma dica: Digite Serginho Roncolato na pesquisa Google, e verá que pelo menos, eu, com 47 anos, embora em escala diminuta e quase insignificante, não passei em branco na história real de meu sub-mundo. Foi muito bom ter esse contato com você. Abraços.

  15. É uma grande honra ter a oportunidade de parabenizar um ator que acompanho desde a infância. Ary, sem dúvida e, principalmente, sem demagogia, você está entre os grandes atores da atualidade. Atualidade, eis o xis da questão: poucos conseguem atravessar décadas e continuar sendo atuais. Acompanho seus trabalhos sempre que posso e, confesso, é impossível dizer qual o seu melhor trabalho. Você tem o dom de dar a cada personagem o tom certo de diferenciação. Convido-o a visitar meu blog. Neste blog, tenho diversos poemas e contos postados. Gostaria muito de ter a visão de um ator consagrado a respeito de minhas impressões acerca da alma humana. E, Ah que sonho!, que deleite seria Ary Fontoura recitando meus Poemas ou trabalhando com um de meus contos. Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno. Então sempre estou a sonhar grande. Faz bem para a alma. Deixo aqui meu respeito e carinho por ti meu querido. Um beijo de luz no teu coração. Muito sucesso sempre. Éd Brambilla.

  16. Personagem que do qual nunca me esqueço, foi o “Nonô Correa” de “Amor com amor se paga” no horário das 18:00 HS da Globo em 1984. Era extraordinário e todos em minha casa assistiam à novela, mais em especial, para verem as cenas do miserável pão duro, que judiava dos filhos. Muito embora a trama tivesse outros focos interessantes como o Tomás-(Edson Celulari) e a Mariana-(Cláudia Ohana), entre outros, “Nonô Correa” foi um daqueles personagens que só o Ary Fontoura poderia fazer. Sensacional. O personagem poderia sobreviver na pele de Fontoura após o término da Novela, de tanto que marcou. Cairia como uma luva na ‘Escolinha do Professor Raimundo” do Chico Anísio. Uma pena que tenha desaparecido com o tempo e como no Brasil as pessoas se esquecem muito rápido de tudo, eu faço parte de uma minoria que tem memória de elefante. Sou radialista e jornalista em São Simão-SP onde moro e sempre recordo novelas no meu trabalho, tanto no meu programa de Rádio que faço por aqui, quanto em crônicas e artigos que escrevo em um Jornal. Abraço ao Ary Fontoura, este grande laboratório de Teatro, Cinema e Televisão. Curitiba e todo o estado do Paraná, têm muito orgulho do “filho da terra’ que de lá saiu e venceu no Rio para todo o Brasil. Até rimou. André Marcos Pacheco.

  17. Caro Ary, saudações. Sempre tive certeza da qualidade e da dedicação impregnados em seu trabalho. Hoje, ao assistir sua entrevista no programa do Jô Soares, solidifiquei a imagem e a admiração que tenho por você e pelo seu trabalho. Certifiquei-me da clareza e do amor que você dedica ao seu ofício, por meio das palavras enaltecidas em seu discurso emocionado durante a entrevista. Sabe Ary, tenho 14 anos de carreira, 28 anos de idade, e em nenhum momento deste tempo pensei em fazer algo diferente do meu trabalho, do meu anseio, do sonho de ser um comunicador e um jornalista. Vivo o que desejo ser todos os dias. Eu não estou… eu sou um comunicador e batalho, desde sempre, todos os dias, pelo que sou e vivo. Ouvir o seu discurso foi mais do que encorajador, pois de coragem me investi há muito tempo. Foi mais que inebriador, pois do “ópio” do meu sonho já me viciei irremediavelmente desde o dia que aqui cheguei como ser encarnado neste mundo. Mas escrevo a você para dizer que suas palavras chegaram a minha alma e ao meu coração como bálsamo renovador. Como a luz que surge e mostra que há um outro lado e que lá se deve chegar. Pensei sim em desistir. Mas pensei e lutei muito mais por continuar mesmo quando me pareceu impossível prosseguir. E se ainda barreiras existem e no meu caminho elas se colocarem, saiba que hoje, por seu exemplo, ei de seguir e derrubá-las, pois a carreira, o meu sonho, estão em mim e nunca estiveram fora. Obrigado, parabéns e felicidade… Pois um “bocado” de alegria nunca é demais quando se carrega um fardo de tenacidade. Um forte abraço.

  18. Sr. Ary Fontoura, diferentemente dos últimos comentários, eu não estive na gravação do programa do Jô, no entanto, estou assistindo o programa neste momento, dia 25 as 02:25 hs da manhã, e vi o senhor dizer dos poucos acessos ao seu site. Não estou aqui unicamente por isso, mas aproveito a oportunidade, para lhe dizer que cresci assistindo o senhor na televisão, tenho no momento 46 anos, fui criado por pais adotivos já com uma faixa etária relativamente avançada, visto que os meus irmão adotivos tinha em média 20 anos mais que eu. O que me permitiu trazer comigo, uma bagagem de conhecimentos além de minha faixa etária, devido as experiências que me foram passadas que datam dos anos 30 pra cá. Digo tudo isso para que entenda do carinho que trago pela sua pessoa, e da semelhança que o senhor tem o pai que me criou, semelhança física mesmo, já que outra eu não teria como avaliar. Lhe digo que o considero uma pessoa com valores os quais hoje se perdem e com uma experiência de vida acredito eu enriquecedora a qual quer pessoa ter a sorte de lhe conhecer. Os meus respeitos ao senhor, o meu desejo de felicidade e muita saúde, que a paz lhe acompanhe e o sucesso nunca lhe estranhe. Paulo Fernando.

  19. Assisti a sua entrevista no Jô e gostaria de lhe dizer o quanto lhe admiro e parabenizar-lhe por sua longa e destacada carreira de ator. Tive o privilégio de, numa visita ao Rio em 1983, assistir a peça Rei Lear, com o Sérgio Brito no papel título e você fazendo o Bobo da Corte magistralmente, como tudo que você faz. Você é fantástico! Desejo-lhe muita saúde para que continue abrilhantando a Tv e o teatro brasileiro. Seria muito bom que aparecesse aqui em Brasília, onde, tenho certeza, tem muitos fãs que gostariam de ver de perto o seu trabalho. Grande abraço!

  20. Sem sombra de dúvidas, Ary Fontoura é um dos melhores ator na teledramaturgia da TV Brasileira. Meus parabéns a você Ary, que sempre nos envolve com suas apresentações espetaculares, a mim que sou apaixonado pela dramaturgia, admiro sua competência e profissionalismo. Continue sendo essa benção. Ah… me leve para assistir uma cena das gravações de Morde e Assopra… Ficarei mais feliz do já sou. Obrigado meu amigo.

  21. Uma honra poder escrever aqui e expressar toda a gratidão que eu tenho por você, Ary Fontoura. Gratidão porque é ótimo ligar a televisão e ver pessoas sábias, que trabalham com o coração. Gratidão por poder sentar no meu sofá e admirar uma boa interpretação de alguém que nos alegra a anos. Obrigada Ary, por invadir as nossas casas e nos transmitir toda a sua sabedoria. Continue esse ator maravilhoso que você é. Que Deus te ilumine sempre e que você seja muito feliz e obtenha ainda mais conquistas, você merece!

  22. Olá Ary, sou João Muniz, estou assistindo sua entrevista no Jô. Com certeza todos os seus fãs, assim como eu, irão te mandar alguma mensagem por aqui. Moro em Fortaleza, meu pai e meu irmão também se chamam Ari. Trabalho com música em bares e eventos da cidade. Sou irmão do humorista Wellington Muniz (ele faz o personagem Ceará do pânico na tv). Grande abraço. Obrigado por nos presentear a tanto tempo com seu talento.

  23. Olá meu querido e eterno “Nonô Correia”! Apanhei muito do meu pai por causa de uma de suas personagens, o Coronel Artur da Tapitanga, em Tieta. Isto porque, na época uma menininha, sonhava em sentar em seu colo, em atendimento ao seu chamado “UU” (rs). Sério, inocentemente, queria muito ser uma de suas pombinhas. Talvez porque meu pai não era tão presente em minha vida, transportei esse carinho, o UU, para o meu imaginário. Hoje bem mais velha e nada de inocente, venho aqui lhe dizer que você sempre será para mim uma referência. Não consegui me tornar atriz, como sempre sonhei, moro em uma pequena cidadizinha do interior de Minas Gerais. Paraisópolis, conhece? Mas me realizo como jornalista, também minha grande paixão. Acho que o importante na vida é isso, fazer o que realmente amamos para fazê-lo bem feito. E para falar a verdade, nesta minha profissão, o meu lado atriz tem que entrar em cena sempre. Adorei o site, não sei se irá me responder, mas adoraria. Beijos… “UU”.

  24. Ary, seu site é muito lindo! Estava estudando e parei pra ver o programa do Jô e você falou que ninguém escrevia pra você. Estou aqui pra elogiar toda a sua tragetória na televisão brasileira. Você é um belíssimo ator, gosto muito dos seus personagens… infelizmente por causa da minha idade não pude acompanhar seu trabalho desde o começo, mas pelo que puder ver você sempre foi maravilhoso como você é. Parabéns e saiba que sempre terá uma fã. Beijos.

  25. Grande Ary! Estou neste exato momento me divertindo e encantada com sua entrevista no Programa do Jô. Achei um absurdo ainda não saber da existência de seu site, e o parabenizo muitíssimo pela iniciativa que pode trazer a nós informações sobre sua carreira que admiramos. Como fã de seu trabalho e sua arte de interpretação, o parabenizo por sua dedicação e inspiração em se transformar em tantas caras e bocas, em jeitos e trejeitos… Abraço!

  26. Olá. Sou estudante de jornalismo no Centro Universitário Franciscano em Santa Maria, Rio Grande do Sul. Estou gostando demais dessa entrevista no Jô. Obrigado por nos brindar com seu maravilhoso talento. Sempre acompanhei a sua carreira, tenho 37 anos, sendo assim cresci assistindo seus trabalhos como é o caso do personagem memorável Nonô Correia. Abração e muito mais sucesso… Obrigado por você existir!

  27. Ary Fontoura. Artista extraordinário, e meu conterraneo. Adoro ver as pessoas falarem com carinho da nossa Curitiba, embora você não more mais em Curitiba, e sim na região metropolitana. Vi numa entrevista de lançamento da novela, espero estar correta na informação. És um grande ator, um profissional que realiza seu oficio com muito amor. Adorei o conselho de se batalhar pelo que quer, independente da profissão. Não seremos nada na vida sentados no sofá da sala.
    Parabéns pelo grande exemplo de ator e ser humano que você é. Sou sua fã!

  28. Ary, você é um orgulho para nós brasileiros. É um digno representante da nossa dramaturgia. Saiba que todos os brasileiros adoram todos os seus trabalhos e continue sendo sempre esse ator tão carismático! Adorei a sua entrevista no programa do Jô. Um forte abraço de um baiano que é muito fã do seu trabalho!

  29. Ei Ary. Estou acordado até agora preso na sua entrevista no Jô. Você reclamou que não recebe visitas então estou aqui rs… Mas agora é sério, não sabia que tinhas um site. Sou um ator que tive que deixar de fazer teatro para trabalhar em outras coisas e me formar em jornalismo. Tá sendo muito gostoso você relatar sua trajetória. Isto nos inspira a não abandonarmos o que a gente gosta de fazer. Tu és um exemplo disto. Admiro muito seu trabalho, prometo voltar mais vezes. Um abraço!

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