A Carreira

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A Carreira

“As raízes do estilo de interpretação de Ary Fontoura estão ligadas às antigas tradições dos comediantes populares: uma enorme facilidade de composição, um humor comunicativo, uma privilegiada desinibição e expressividade corporais fazem dele uma espécie de comediante dell’arte brasileiro. Com o amadurecimento artístico, ele tem se mostrado cada vez mais capaz de infiltrar nestas características generosas doses de emoção, sobretudo na construção de tipos frágeis, que exploram as fronteiras entre o patético e o ridículo.”

Yan Michalski

MICHALSKY, Yan. Ary Fontoura. PEQUENA Enciclopédia do Teatro Brasileiro Contemporâneo. CNPQ, Rio de Janeiro, 1989

Trabalhos

Ary é um dos mais completos e versáteis atores brasileiros. Com mais de 60 anos de carreira, transitou com leveza e magnitude em diferentes manifestações da arte de representar, seja através da teledramaturgia, do cinema, ou do teatro. Abaixo sintetizamos parte da sua obra, nas categorias telenovelas, peças de teatro, cinema, séries na televisão, prêmios e shows.

Links direcionam para Wikipedia.

Telenovelas

Teatro

  • 2014 – O Comediante – de Joseph Meyer, com direção de José Wilker e Anderson Cunha
  • 2005 – Marido de Mulher Feia Tem Raiva de Feriado – de Paulo Afonso de Lima e Ary Fontoura, com direção de Ary Fontoura
  • 2001 – A Diabólica Moll Flanders – de Daniel Defoe, com adaptação e direção de Charles Mueller e Cláudio Botelho
  • 1995 – Corra, Que Papai Vem Aí – de Sam Bobrick e Ron Clark, com direção de Ary Fontoura
  • 1990 – Corações Desesperados – de Flávio de Souza, com direção de Jorge Fernando
  • 1989 – Moça, Nunca Mais – de Ary Fontoura e Julio Dessaune, com direção de Ary Fontoura
  • 1988 – Drácula – de Bram Stoker – com direção de Ary Fontoura
  • 1986 – Sábado, Domingo, Segunda – de Edoardo de Fellipo, com direção de José Wilker
  • 1984 – Assim É, Se lhe Parece – de Luigui Pirandelo, com direção de Paulo Betti
  • 1983 – Rei Lear – de William Shakespeare, tradução de Millor Fernandes, com direção de Celso Nunes
  • 1980 – Mãos ao Alto, Rio! – de Paulo Goulart, com direção de Aderbal Freire Junior
  • 1979 – Rasga Coração – de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato
  • 1978 – Ópera do Malandro – de Chico Buarque, com direção de Luiz Antonio Martinez Correa
  • 1976 – Arlequim, Servidor de Dois Amos – de Goldoni, com direção de José Renato
  • 1976 – Divórcio, Cupim da Sociedade – de Max Nunes e Hilton Marques, com direção de Gracindo Junior
  • 1975 – Mamãe, Papai tá Ficando Roxo – de Oduvaldo Vianna, com direção de Walter Avancini
  • 1974 – O Ministro e a Vedete – com direção de Geraldo Queiroz
  • 1974 – A Mulher de Todos Nós – de Henri Becker, tradução de Millor Fernandes, com direção de Fernando Torres
  • 1974 – O Estranho –  de Edgar da Rocha Miranda, com direção de João Bittencourt
  • 1974 – O Camarada Miossov – de Valentim Kataiev, com direção de Fabio Sabag
  • 1973 – Querido, Agora Não – de Ray Cooney, com direção de Sergio Viotti
  • 1972 – O Peru – de George Feydeau, com direção de José Renato
  • 1972 – Os Caras de Pau – de Ary Fontoura, com direção de Ary Fontoura
  • 1971 – Alice no País Divino, Maravilhoso! – de Paulo Afonso Grisolli, Tite de Lemos e Sidney Miller, com direção de Paulo Afonso Grisolli
  • 1970 – Tem Banana na Sanda – de Oduvaldo Vianna, Millor Fernandes, José Wilker e outros, com direção de Kleber Santos
  • 1969 – Meu Bem, Como Posso Escutar Você com a Torneira Aberta? – de Robert Anderson, com direção de Antonio de Cabo
  • 1969 – Catarina da Rússia – de Alfonso Paso, com direção de Antonio de Cabo
  • 1969 – Crime Perfeito – de Frederick Knott, com direção de Antonio de Cabo
  • 1968 – O Inspetor Geral – de Nicolai Gogol, com direção de Benedito Corsi
  • 1968 – Jornada de Um Imbecil Até o Entendimento – de Plínio Marcos, com direção de João das Neves
  • 1968 – Dr. Getúlio, Sua Vida, Sua Glória – de Ferreira Gular e Dias Gomes, com direção de José Renato
  • 1968 – Secretíssimo – de Marc Camoletti, com direção de Fábio Sabag
  • 1967 – A Úlcera de Ouro – de Hélio Bloch, com direção de Leo Jusi
  • 1967 – Rastros Atrás – de Jorge Andrade, com direção de Gianni Rato
  • 1966 – Onde Canta o Sabiá? – de Gastão Tojeiro, com direção de Paulo Afonso Grisolli
  • 1966 – Música, Divina Comédia – inspirado em A Noviça Rebelde, de Robert Wise, com direção de Harry Woolever e Sergio de Oliveira
  • 1964 – Como Vencer na Vida Sem Fazer Força – de Frank Loesser e Abe Burrows, com direção de Harry Woolever e Sergio de Oliveira
  • 1964 – Caiu, Primeiro de Abriu – de Raul da Matta, com direção de Sadi Cabral
  • 1964 – Mister Sexo – de João Bittencourt, com direção de João Bittencourt

Especiais na TV Globo

Séries

Cinema

Shows

  • Machado’s Holiday – Boite Fred’s, Rio, direção de Carlos Machado
  • It’s a Mad, Mad, Mad Hollywood – Boite Fred’s, Rio, direção de Carlos Machado
  • As Pussy, Pussy, Cats – escrito por Sérgio Porto, Boite Fred’s, Rio, direção de Carlos Machado
  • Festival do Stanislau – escrito por Sérgio Porto, Boite Fred’s, Rio, direção de Carlos Machado
  • Graça do Bonfim – Golden Room do Copacabana Palace, direção de Carlos Machado
  • Deu Bode na TV – Boite Macumba, Rio, direção de Carlos Machado
  • Motel Business – escrito e dirigido por Carlos Machado, Boite Macumba, Rio
  • Os Caras de Pau – escrito por Ary Fontoura, dirigido por Fernando Pinto, excursão por todo o Brasil
  • A Coisa está Preta – escrito por Ary Fontoura para apresentar em Montreal no Canadá

Prêmios

  • 1997 – Troféu Imprensa, Melhor Ator do Ano, por A Indomada
  • 1986 – Mambembe, Melhor Ator do Ano, por Sábado Domingo e Segunda
  • 1985 – Mambembe, Melhor Ator Coadjuvante, por Assim É, se lhe Parece
  • 1984 – Mambembe, Melhor Ator, por Rei Lear

FONTE

MENEZES, Rogério. Ary Fontoura, Entre Rios e Janeiros
São Paulo, Imprensa Oficial, Coleção Aplauso, 2006
MEYER, Joseph. Jornalista e Escritor
FONTOURA, Ary

Fotos: Divulgação Tv Globo

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